O Bicentenário da Independência do Brasil: As dívidas históricas do Brasil as mulheres

  • 002 Horas de duração
  • 1 Aulas
  • 1 Módulos
  • 6 meses de suporte
  • Certificado de conclusão
Acesso Gratuito
Acessar Dê um passo adiante em sua carreira!
Uma plataforma EAD moderna com conteúdo preparado a partir de uma rede de especialistas em diferentes temáticas de conteúdo Étnico - Raciais.
Àwúre Educa

No dia 07 de setembro de 2022 comemora-se os 200 anos de Independência do Brasil. Diante desta data tão simbólica para o país,

III Simpósio Nacional e II Internacional Povos Indígenas, Negros/as, Quilombolas e Religiosos/as De Matriz Africana e Afro-indigena: “ Decolonialidade e Dívidas

históricas do Estado Brasileiro no marco dos 200 anos da Independência”, realizará no dia 28 de setembro de 2022 as etapas virtuais que antecedem a etapa

presencial do Simpósio. E neste dia traremos a reflexão de como o processo de formação do Brasil ao longo desses 200 anos invisibilizou e silenciou as mulheres,

Palestrantes: 

Iamara da Silva Viana 

Autora do Artigo: Independente, mulheres negras: corpos e pensamentos transgressores

Pós-doutora em História pelo PPGHC/UFRJ; Doutora em História Política pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ, com estágio na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS/Paris), Mestre em História Social pela Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ, Especialista em História do Brasil/UERJ, Bacharel e licenciada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ. Atualmente, é Professora Adjunta do Departamento de Ensino Aplicado à Educação da UERJ; Professora agregado 3, da Pontifica Universidade Católica do Rio de Janeiro/PUC-Rio ministrando aulas na disciplina Estágio Supervisionado II, Laboratório de Ensino e Aprendizagem em História, História do Brasil II e História Política, Economia e Social do Brasil; Professora Credenciada da Pós-Graduação em História Comparada da UFRJ (PPGHC/UFRJ). Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, História da Escravidão no Brasil, Morte de Escravizados e suas doenças, Ensino de História, História da Cultura Afro-brasileira na Educação Básica, Memória e Patrimônio. É coordenadora da Pós-Graduação em História e Cultura Afrodescendente da PUC-Rio; Coordenadora do PIBID História PUC-Rio (2018-2020); Coordenadora Residência Pedagógica História PUC-Rio (2020).

Renata Melo Barbosa

Doutora em História, área de concentração em História Cultural, Memórias e Identidades; Mestre em História pela UnB (2014), área de concentração História Social, com a temática: história das mulheres, mulheres negras, representações sociais e cinema. Especialista em História e Cultura Afro-Brasileira e Africana pela UFG (2018), Graduada em História (bacharelado) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2003). Desempenhou a função de Secretária Especial Substituta e Secretária de Políticas para Comunidades Tradicionais da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), do Ministério da Justiça e Cidadania, tendo trabalhado anteriormente como Assessora na (SPM), Assessora e Diretora da Secretaria das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Governo do Distrito Federal, assessora técnica na Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR/PR e assessora na Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo, cujo projeto principal foi a fundação do Museu Afro Brasil, e coordenadora da Casa de Cultura Acervo da Memória e do Viver Afrobrasileiro no Jabaquara em São Paulo, atual Centro Municipal de Culturas Negras do Jabaquara - Mãe Sylvia de Oxalá. Integra o Grupo de Estudos de Mulheres Negras na UnB;; pesquisadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB/CEAM - UnB); Grupo de Estudos e Pesquisa em Políticas Públicas, História, Educação das Relações Raciais e de Gênero (Geppherg/FE - UnB); AME - Ação de Mulheres pela Equidade; e filiada à Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN) e ANPUH - Associação Nacional de História. Professora da disciplina Cultura, Poder e Relações Raciais - CEAM/UnB.

Moderadora: Marjorie Chaves. 

Ativista feminista negra e educadora popular em saúde. É doutoranda em Política Social e mestra em História pela Universidade de Brasília (UnB) e Especialista em Educação Popular em Saúde pela Escola de Governo Fiocruz-Brasília. Atua como coordenadora do Observatório da Saúde da População Negra (PopNegra), vinculado ao Núcleo de Estudos de Saúde Pública (Nesp/Ceam-UnB) e como pesquisadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab/Ceam-UnB).

1 mês Sem tempo para fazer o curso agora? Não tem problema.
Você poderá participar desse curso até 1 mês após a matrícula.

Povos e comunidades tradicionais de Terreiro de Matrizes africanas e afro-ameríndias, estudantes, acadêmicos da área de preservação, comunidades,

gestores públicos, servidores públicos e público e público geral interessado.

Àwúre Educa
"Uma plataforma EAD moderna com conteúdo preparado a partir de uma rede de especialistas em diferentes temáticas de conteúdo Étnico - Raciais."


Nenhuma descrição cadastrada.

Conteúdo Programático

No dia 07 de setembro de 2022 comemora-se os 200 anos de Independência do Brasil. Diante desta data tão simbólica para o país,
III Simpósio Nacional e II Internacional Povos Indígenas, Negros/as, Quilombolas e Religiosos/as De Matriz Africana e Afro-indigena: “ Decolonialidade e Dívidas históricas do Estado Brasileiro no marco dos 200 anos da Independência”, realizará no dia 28 de setembro de 2022 as etapas virtuais que antecedem a etapa presencial do Simpósio. E neste dia traremos a reflexão de como o processo de formação do Brasil ao longo desses 200 anos invisibilizou e silenciou as mulheres.
Voltar ao topo